
1 DE JULHO DE 2007
O bálsamo adoeceu
sem vontade peregrina.
Não escuto a palavra
da tua língua.
A tarde que os sentidos lia
na ternura do tempo,
agora nada sabe
do coração que ilumina.
Pertenço às rugas da ilha,
ao sangue extasiado de bruma
– caminhos suspensos
em folhagem e sombra
quando sobre o mar
um fruto maior se inclina.
Sem comentários:
Enviar um comentário