sexta-feira, 2 de dezembro de 2011



1 DE JULHO DE 2007

O bálsamo adoeceu
sem vontade peregrina.
Não escuto a palavra
da tua língua.

A tarde que os sentidos lia
na ternura do tempo,
agora nada sabe
do coração que ilumina.

Pertenço às rugas da ilha,
ao sangue extasiado de bruma
– caminhos suspensos
em folhagem e sombra
quando sobre o mar
um fruto maior se inclina.

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